
Um zero a zero que mostrou duas facetas do futebol praticado na segundona!
Em uma partida que contou com estreia de nova camisa do time da casa e um público numeroso e participativo, tivemos uma miríade de boas oportunidades para o Dragão, com várias intervenções do goleiro Jandrei e direito a pênalti perdido duas vezes por Coutinho. Uma pena que a partida perdeu em emoção em uma segunda etapa cujo único calor foi o do contato físico: muitas faltas e cartões, e nada de gols.
Com o resultado, o Dragão permanece na parte de baixo da tabela, em 14º lugar, somando 8 pontos. Já o Juventude, mantém sua boa fase, com 4 partidas de invencibilidade, 11 pontos somados, na 7º posição da tabela.
Dois tempos para lá de distintos:
No primeiro tempo, o baixo nível técnico não foi um obstáculo para um jogo repleto de oportunidades, com o goleiro Jandrei, do Juventude, vencendo um duelo quentíssimo com Gustavo Coutinho, com direito a pênalti perdido duas vezes.
Já no segundo tempo, o Juventude praticamente abdicou de jogar, descendo as linhas e tornando a partida uma sequência interminável de erros de passes e faltas para todos os gostos. Nem mesmo a expulsão de Igor Henrique, do Dragão, animou o Juventude a abandonar sua postura para lá de defensiva, e terminar de assistir a partida se mostrou um suplício até para o mais entusiasmado torcedor de qualquer uma das equipes. Na única oportunidade real de gol em toda a segunda etapa, Fábio Lima recebeu bola açucarada, dentro da área do time da casa, e isolou solenemente: um verdadeiro cartão postal de uma partida que dificilmente ficará na memória.
